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A história religiosa do povo de Guaçuí tem início no ano de 1838, quando aqui chegou a segunda leva de bandeirantes – os primeiros devotos do Senhor Bom Jesus do Livramento. É evidente que essa primeira prática devocional aqui se deu, nesta ou naquela fazenda, mas é claro que a imagem do Senhor Bom Jesus ocupava lugar de destaque, ora numa casa ora noutra. Entretanto, por volta de 1858, no pequeno lugarejo circulava certos burburinhos sobre qual Província Eclesiástica ficaria responsável pela jurisdição das terras cuja colonização se encontrava na 2ª década. Seria a Província do Rio de Janeiro ou a de Minas Gerais, com sede em Mariana? Eis o início de uma grande polêmica! Em razão disso é que se origina a ideia de se construir aqui uma capela, ou igreja propriamente dita.


Pode-se afirmar que este livro representa o início de uma nova era para o povo de Guaçuí. Certamente recheado de informações surpreendentes que nos fazem perceber claramente como é possível que o desconhecido se permite conhecer. Mas o que assim se faz é porque o autor elabora os relatos através de uma escrita fidedigna da realidade dos fatos, cuidadosamente investigados e pesquisados, levantados com esmero e dedicação e, sobretudo, com a preocupação de facilitar ao leitor as possibilidades de compreendê-los.
Pe. Miguel, aqui chegando esteve encardinado na Diocese do Espírito Santo, desde 28 de julho de 1918. Foi Vigário em São José do Calçado e de São Miguel do Veado. Passou 14 anos entre as duas paróquias, 15 dias em cada; percorrendo os trilhos a cavalo devido à escassez de estradas, debaixo de sol causticante ou de chuvas impiedosas; e quando marcava a data de chegada à cidade ou a uma Capela nada o impedia.


A exemplo de tantos outros sacerdotes que por aqui passaram, Pe. Pedro Fossi também construiu sua própria história, como nas tantas outras paróquias que tiveram o privilégio de tê-lo tido como pároco. Porém, em Guaçuí, se assim podemos dizer, parece que para ele houve algo diferente, pois alguma coisa de especial, de acordo com sua ótica, existiu por aqui. Contudo, só podemos compreender a tudo isso como um grande mistério. Prova disso, foi ele ter escolhido novamente esta nossa Paróquia – nas Terras de São Miguel – como o lugar em que se dispôs, mais uma vez, para prestar seus serviços, agora, como Padre Emérito e, também, para continuar prestando suas homenagens à Nossa Senhora Auxiliadora, a Santa de sua especial devoção.
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